Frases sobre Montes Altos

  • “Durante o funcionamento do Lar do Centro Social dos Montes Altos, sempre notei que as funcionárias do lar tinham para com os utentes muita atenção e carinho. (…) Sensibilizava-me esta forma de conviver e de estar no trabalho. (…) Depois dele ficar acamado, eu ia com frequência ao quarto, e cruzava-me algumas vezes com as funcionárias e via a dedicação, o carinho e a ternura como falavam com ele para comer, tomar os medicamentos, etc… (…) venho por este meio manifestar o meu reconhecimento e sinceros agradecimentos. A todos o meu muito obrigado.”

José Esperança Martins, filho de um utente, Dezembro/2007

 

  • “Este pequeno estágio acabou por ultrapassar todas as nossas expectativas e por se revelar uma experiência de vida muito importante na nossa formação enquanto pessoas e profissionais. (…) Ficámos, sem dúvida, enriquecidas enquanto pessoas, pelo contacto com novas realidades, novas formas de pensar, de ser e de estar.  (…) De tudo o que vivemos nestes quatro dias tão intensos, o que nos tocou mais profundamente foi a partilha com os residentes do Lar. Sentimos que este foi um dos aspectos que ainda mais difícil tornou a nossa despedida…. Antes de nos irmos embora, quisemos dar-lhes um miminho: fazer com eles arranjos florais com flores naturais da região. Talvez tenha sido mais miminho para nós do que para eles… mas estamos profundamente gratas por terem participado e por nos terem deixado fazer parte das suas vidas naquele momento.”

Marisa Santos e Sónia Lourenço, estagiárias da Clínica Contemporânea, Janeiro/2008

 

  • “Encontrei experiências como as do Centro Social de Montes Altos ou da Sociedade Filarmónica de Fratel, onde a iniciativa dos cidadãos conseguiu contrariar o destino que há muito parecia estar traçado. Foi simples o segredo do sucesso: não se resignarem!! E, com o apoio das suas autarquias e do governo, conseguiram transformar cada problema numa nova oportunidade. Empreenderam, criaram riqueza, multiplicaram os postos de trabalho e devolveram a esperança e a confiança às suas comunidades.”

Prof. Doutor Cavaco Silva, Presidente da República, Abril/2007

 

  • “Hoje, depois de algum tempo passado, já consigo reflectir um pouco mais e vejo que este prémio foi importante para mim, pois valoriza-me e é também importante para o Centro Social de Montes Altos, esta casa que me abriu os braços e me acarinhou quando mais precisei.”

Paula Martins, Vencedora do Prémio Mulher Activa 2006, Junho/2007

 

  • “Logo na fase de preparação esta instituição (CSMA) mostrou-se muito aberta a recebê-los com o calor e animação que a caracterizam. Foi, sem dúvida, o ponto alto e memorável desta viagem. Além da surpresa que foi para eles toda a história de Montes Altos e do Centro Social em particular, o carinho e entusiasmo com que foram recebidos superaram todas as expectativas.”

Guida Ascensão, dirigente da associação Rota do Guadiana, Julho/2007

 

  • “ O senhor é a pessoa que agarrou a missão de tornar mais feliz a vida destes idosos, mas também dos jovens desempregados, ultrapassando obstáculos, (…). O senhor soube induzir a esperança no coração da sua comunidade e deste modo Montes Altos, votado ao desaparecimento, começou a viver.”

M. Laigre, em representação de um grupo de franceses que visitou o CSMA, Julho/2007

 

  • Os homens ficaram desempregados da Mina, as mulheres eram todas domésticas, eles foram reformados antecipadamente (os que puderam, outros partiram para Algarve, Lisboa ou estrangeiro e deixaram as mulheres e filhos, levando-os logo que encontraram estabilidade mínima. O quadro era desolador, a miséria completa e a depressão colectiva. Todos partimos, todos chorámos e voltávamos (a Montes Altos) todos os anos e cantávamos, embebedávamos e chorávamos.

José Parreira, dirigente do CSMA, Junho/2006

 

  • Não há palavras para descrever o sentimento quando vinha cá, sempre com um grande amor e espírito de rever a família e os amigos e um carinho, era sempre com um carinho honesto, amor puro que nem sempre hoje existe, e foi com esse amor puro que se fez o que se fez.

José Parreira, dirigente do CSMA, Junho/2006

 

  • O CSMA tem procurado sempre estar ao lado daqueles que mais necessitam, indo de encontro às pessoas sem estar à espera delas, porque aqueles que sofrem no silêncio, são os que mais precisam de um afecto, de uma palavra amiga e mesmo de apoio psicológico; também aqui é o psicólogo que vai ao encontro dos utentes, em vez de esperar por eles no seu gabinete. È uma forma dinâmica de actuar no terreno, sem quaisquer preconceitos, com uma aceitação tão natural  como a visita de um amigo que afinal também é.

José Manuel Martins, dirigente, Junho/2006

 

  • ”O meu marido é do norte, eu quero vir para a minha terra, se ir para a terra do meu marido e morrer lá quero ser enterrada aqui (Montes Altos), pois penso que o amor é tanto que continuamos a viver.”

Natural não residente (não me lembro do nome)